Adorar amores que besam e se van faz parte do que comunmente se chama de vida real. Amar as expressões da cultura popular, do congado a Guimarães rosa é o que comnmente se chama poiticamente correto.
Pois bem. Sou um romântico adorador da cultura erudita e da cultura pop criativa.
A cultura popular de um país de anlalfabetos não me interessa. Eu não estudei filosofia nem fiz meia faculdade para ficar babando ovo de gente que não onhece os dilemas de uma vida sob a égide do niilismo e do existencialismo como metade da academia que busca força no popular esquecendo que a academia foi fundade para elevar o mundo à civilização.
Mesmo a industria cultural de massa, que faz produtos e não cultura quando usa um mínimo de cérebro como matéria prima tem coisas fantásticas que superam em muito a cultura popular.
Eu sou um filho bastardo do império ianque de uma relação incestuosa com a mãe Europa. E não tenho problemas com isso, nem pretendo me radicar brasileiro.
Não vou amar o amor dos marinheiros que besan e se van porque sou mais ingês que latino e odeio o carnaval e todos os mercados da carne.
E dane-se o calor tropical, eu gosto do frio ingês.